Nasci a acreditar que só se ama a perfeição... para não deixar de amar torno-te perfeita aos meus olhos... O meu pecado... amar-te como te imagino e exponencio... na ilusão... e aí és claramente menos do és...
...sem a surpresa e sem o encanto... sem a tua (in)genuinidade... apenas a (des)ilusão (minha) da vida ser diferente do que se sonha... da miopia... e do lado negro...
...um dia não vou querer amar-te... apenas estar ao teu lado... aprender de ti a vida... e viver-te mais do que o sonho...
...um dia não vou querer o sempre... nem o eterno... apenas o momento...
...um dia não vou querer o compromisso... apenas a liberdade de querer estar...
...hoje é o dia...
...um dia vou deixar de escrever... e passar a sussurrar-te ao ouvido... e entre o non-sense e um sorriso... virá a metamorfose do ego...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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