Imagino-me a amar-te… da mesma forma estranha a que me imagino ter-te… O platonismo do amor perde-se quando queremos ser mais do que realmente podemos ser… Amar-te é utópico… tal como ter-te… não sendo de todo teres-me… aos teus pés… implorando por um sinal… um sorriso… na loucura… um beijo… nos sonhos… ter-te…
Imagino-te nos meus “entretantos”… como seria bom amar-te… percorrer todo o teu corpo devagar… sem presas… porque te tenho… concedendo a cada pedaço o amor que tenho ao todo… devagar acariciaria o teu corpo… que pede mais… com calma fazia-o tremer… de ansiedade por querer mais… imaginaria a tua silhueta carente a precisar de mim… percorrendo-a como uma pluma… e o gemido por mais… por fim a loucura… de mais… e mais… e mais… sem forças chamarias por mim… como te soube bem a ansiedade… sorriria… abraçava-te… beijava-te o pescoço…protegia-te… tinha-te minha… como me fascina a tua beleza… e adormeço a venerar-te…
Acordo… e continuo a imaginar-te… se por um dia te viver morrerei feliz…
Música:
http://www.youtube.com/watch?v=2w--fJDFjMA
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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UAU. speechless.
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